A consulta astrológica é uma prática de escuta, tradução e diálogo.

 

A astrologia é uma linguagem desenvolvida para mapear o diálogo entre o céu e a Terra. É ela que traduz os pulsos e ritmos celestes em nós.

 

O mapa natal é um retrato do céu no momento do nascimento. Todo instante celeste carrega em si um jogo de forças e conexões entre os diferentes planetas e suas posições no zodíaco. A astrologia é entendida como a tradução dos pulsos naturais que nos atravessam e nos constituem. A vida na Terra nasce desse pertencimento, inserção e troca.

O mapa natal é nosso ponto de partida: uma cartografia das forças em jogo no momento do nosso nascimento. Ao longo da vida desdobramos essas forças e tendências de diferentes maneiras, dependendo da trama das configurações celestes em curso, e das nossas condições e escolhas de vida.

 

Sim, a história e o contexto de vida de uma pessoa interferem na forma como ela expressa seu mapa. Não, o mapa não determina de forma absoluta o que nos acontece.

 

Astrologia é uma ferramenta de diálogo, percepção e escolha. Quanto mais conhecemos nosso mapa, mais podemos dialogar com as tendências ali representadas nos diferentes núcleos que compõem nossa carta natal.

 

A interpretação do mapa de nascimento ou o do momento atual (conhecido como mapa de previsão), procura promover maior compreensão do jogo de forças celestes, para que ações e escolhas se deem com
mais clareza.

Todo diálogo pressupõe escuta. Durante a consulta, algumas questões estão presentes: quem é a pessoa que está ali, manifestando esse mapa? Qual seu momento de vida? Quais as questões ela traz? Com essa escuta aproximamos a pessoa do mapa astrológico que ela carrega e manifesta. A função da consulta astrológica é promover esse encontro.

 

Astrólogas e astrólogos são tradutores do que está acontecendo em nossos corpos
e mentes, em um determinado momento astrológico. O céu está em nós, e o desdobramos em nosso caminhar. A leitura se propõe a nomear essa dinâmica e a lançar novos olhares sobre ela: como podemos manifestar o mapa de um jeito mais luminoso? Quais os recursos, dentro do mapa, para lidar com as questões que se apresentam com mais força? Como ampliar o acesso a componentes pouco desenvolvidos ou acessados em seu próprio mapa?

 

Ainda que a leitura não se feche em certezas e acontecimentos determinados, faz parte da análise oferecer datas e períodos em que alguns assuntos tendem a se manifestar com mais força.

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